quinta-feira, 21 de maio de 2009

Myrelle...

Garota de sorriso leve e meigo, tinha as apaixonites, como todo mundo tem, era incrivel o tanto que ela apaixonava e desapaixonava naqueles estralar de dedos, gostava de planta e raiz, zeca baleiro, varios regges, maria rita, mais também escutava um pagode forçado, ou qualqer coisa do tipo, usava colares, qe deixava a amostra no decote, destacando os seios fartos, cabelo preto encaracolado, brincos de uma orelha só, prendia só a franja para tras fazendo um mini-coque, ria, sorria, sonhava, cantava e encantava qualquer pessoa. Era assim Myrelle* e com mais quinhentas milhoes de qualidades que ninguem poderia imaginar.
Acordava, trabalha, estudava, sonhava, imaginava. Sentada no bar da faculdade observava, esquerda, direita, cutucava Keila* - uma amiga que nos 5 meses de faculdade tinha ganhado um papel mto grande na vida dela - marron, de branco, capus, blusa de friu, risadas, olhares de canto direito, sorriso para o canto esquerdo, risadas, no fundo um pagode, ela odiava pagode, mais ela tava ali, então ali ela ia ficar até dar a hora de subir. 9hrs. vamos ?. mais uma volta, risos, ninguem percebia, ninguem viu, elas não viram, elas riam muito, riam alto, cantarolava uma musica, telefone toca, e é ignorado, os comentarios maliciosos continuavam, Myrelle ria, Keila acompanhava todas as risadas dela, telefone toca, alô? Serio? tá estou indo, ela olhava para a amiga, você não sabe o que aconteceu, sabe a apaixonite? Sei, sabe a lambida? Sei, então... Os pensamentos daquela garota ficou atordoado, por motivos que ela nem sabia, pultz que bosta, era isso qe ela falava. Na sala olhares, olhares idiotas, sem motivos, Myrelle no fundo, com aqueles cabelos pretos em volta, tampando os olhares, no fundo escutava Keila aguentando um surto de um cara, Myrelle não pensava, não conseguia prestar atenção na aula, o brilho do sorriso dela ofuscou por alguns minutos, pq ele escolheu ela, pensava, pensava, porque a mari, pensava, pq a lambida do blush torto, porque não eu, e ela continuava pensando, pultz que bosta,o que sera que elas tem? ficava observando a lambida, olhando de canto para keila que tbm estaria observando, lia os labios da tal " foda-se o Frabricio* " - coitado do Frabricio, não tinha nada haver com a história, ele tinha ficado com outras já, ele nem tava vendo ela, porque citar ele - Lambida, não combinava as roupas, usava um blush exageradamente torto, pults que bosta, ela escandalosa, achava que era a tal, era sem sal, sem peito, sem açucar, sem bunda, mais mesmo assim conseguia chamar a atenção, não a atenção de qualquer um, mais da apaixonite de Myrelle. A Lambida se levanta, dez, nove, daqui a pouco keila, oito, sete alguem, seis, cinco, vai se levantar, quatro, tres, será ? dois, um, zero...Myrelle se levanta primeiro, sai da sala e já da de cara com todo aquele blush, hum esperando o namoradinho? Myrelle gostava de ser ironica, tá loca? para ser meu namorado vai demorar pra cacete, a lambida era estranha, parecia que não sabia conversar, e lá vem a apaixonite dela, apaixonando por outra, ela vira as costas e sai andando, não olha, não entende, não quer ver, sai andando olhando para o chão, keila chega logo em seguida, vamos sair daqui vai, chega, bloco A, bradesco, risos, Keila conseguia distrair a amiga, falando de outros caras, do cara do banco que tinha dado em cima de Myrelle no começo do curso, Keila estava irritada com alguns surtos que ela viu, mais tentava não pensar nisso, queria destrair a amiga, e por aqueles instante conseguiu, 10h30. preciso ir, beijos Myrelle, beijos Keila, até amanha, até. Myrelle foi para sua van, pensando, tentando ter raiva, querendo socar a cara de alguem, dele, porque, mais e eu? não valia a pena no momento socar ninguem, não iria tirar da cabeça as coisas qe ela viu aquela noite, o caminho era longo, pults que bosta e ela ia começar a caminhar no caminho que ela estava cansanda de andar, o caminho para desencanar das apaixonites delas... mais ela iria continuar sorrindo, rindo, cantando, encantando e sonhando, pq ela sabia que um dia iria curar de ver dessas apaixonites, e conhecer o que todos disse que é maravilhoso, um amor para vida inteira :)

Acontecimento real, de qualquer noite de uma faculdade.
Texto não autobiografico.

* Nomes não reais. e de todos que leem meu blog, só uma pessoa vai entender cada virgula ;)

eu amo você. ;*

7 comentários:

Maria Emília disse...

Que bonita declaração de amor! E as paixonetas são próprias da idade. Se não as tiver nessa altura, quem sabe vão ser tardias e muito mais perigosas.
Um beijinho,
Maria Emília

byfranzao disse...

OI amor, gostei do texto pra xuxu....penso mais ou menos igual a ti....

ps. adoro esse carretel

Daniela Filipini disse...

Adorei adorei *-*

Atreyu disse...

*TEM MEME pra VOCÊ LÁ no DETESTO ESTUDAR*

Nina Roberta disse...

Fico bem real...
deve ser pq é real né :p

A confusão de pessoas, de coisas a fazer.. muito bom :D

Beijo.

Grazy disse...

:x

te amo

Publicados da Clau disse...

Eu entendi, cada vírgula :P